Detalhe do Parque dos Lagos - Cerquilho
Até a próxima postagem. Fui!
Ah!Políticos
populistas adoram inventar o dia de alguma coisa, então, nada mais justo do que
criar o dia dos solteirões – femininos e masculinos. Esse dia, ainda não
existe, mesmo assim, viva os solteirões e as solteironas! Somos a “camisinha”,
portanto, o controle natural da humanidade. Aquecemos o comércio e os
entretenimentos. Não constituímos famílias, portanto não temos prole para se
preocupar. Caso os 7 bilhões e não sei quantos viventes tivessem casados o
mundo seria o caos. Empregos nem pensar. A fome nos devastaria. Com um
devorando o outro. Viva os abençoados solteirões! Ah! Quem tem filho solteiro,
um dia mais tarde, vai ser ele que cortará as unhas dos seus pés!
Quando passamos a conviver
muito tempo com uma pessoa, toda aquela máscara de perfeição cai e logo
começamos a notar coisas que incomodam um ao outro: ele nunca arrumar a cama,
ela trabalha muito, ele só gostar de comer em comida por quilo, ou ela tem o hábito
de ir em casamentos toda emperiquitada. Esses detalhes parecem pequenos e
bobos, mas quando se juntam a outros detalhes bobos, acabam virando um problema
nas relações.
É engraçado: relacionamentos
são tão frágeis e tão sutis que pessoas ficam desesperadamente em busca de
formas para torná-los mais palpáveis. Se observarmos a fundo, os
relacionamentos não existem. O que faz um casal ser um casal é somente a
vontade de ambas as partes de estarem juntos. Em cada novo dia, mesmo sem
notar, os dois fazem uma decisão mental do tipo: “ok, vale a pena ficar por
aqui por mais um dia.”
V. Grando
Mtb 54068













































Comentários
Postar um comentário