quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Gente descolada daqui, dali e de acolá:




















































Até a próxima postagem. Fui!

Ah! Era uma vez antigamente, mas muito antigamente, nas profundezas do passado, quando os bichos falavam, os cachorros eram amarrados com linguiça, os sobrados eram assombrados e as crianças chegavam no bico da cegonha. Hoje os meninos e as meninas já nascem sabendo de tudo, aprendem no ventre materno, onde se fazem psicoanalisar para escolher cada qual o seu complexo preferido, a angústia, a violência e o caminho a seguir.
Esse romantismo social que, uma boa parte da sociedade pretende conservar não dá mais certo. Não há mais tempo a perder. Esse negócio de que para o meu filhinho tudo pode é assustador.
Os pais devem se preocupar mais com a criação dos filhos. Não é só gerar e jogar no mundo. O trabalho é árduo para a construção de uma boa pessoa.
Hoje em dia as crianças precisam de limite, não de limitações.
Não resta dúvidas apoio com louvor a campanha para diminuir a maioridade penal para 16 anos. Na verdade, se tivéssemos governantes de pulso firme puniria qualquer 'dimenor' que aponta a arma para cidadãos (muitas vezes matando bestamente) deveriam, sem pestanejar, ir para a cadeia perpétua. Esse negócio de fixar idades com base em invencionices psicológicas não resolve nada.
Do jeito que a violência vai sendo incorporada naturalmente no nosso cotidiano não vai demorar muito para os brasileiros sofrer um assalto ou uma tragédia para chamar de seu.
“Cria curvos que te comerán los ojos” – ditado espanhol. 

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