quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Gente descolada daqui, dali e de acolá:












































Até a próxima postagem. Fui!

Ah! Acredito que, em todas as cidades brasileira, existem pessoas, com espirito de porto, dispostos a discordar de tudo e de todos. Exigem obras e outras melhorias a todo momento nas prefeituras. No entanto, é só uma obra começar para as críticas tomarem corpo, querendo que tudo aconteça por milagre. No vapt vupt. São tão inconvenientes que se incomodam com montes de terra, com o barro, com a poeira, com o trânsito impedido... Além de palpitarem que as obras deveriam ser realizadas à noite, nos domingos e feriados. Sem noção da realidade metem o bedelho em tudo. Não conseguem entender que nem todos os funcionários públicos se disponibilizem a sacrificar o aconchego familiar, nos dias e horas de descanso. Depois tem outra, não sei se esse pessoal esteja por dentro de como são pagas as horas extras*. Se tudo for feito como os reclamões querem podem levar o município em que mora à falência.
*De que forma deverá ser remunerada a hora extra?
A hora extra deverá ser paga com acréscimo de, no mínimo, 50%, de segunda a sexta-feira, e 100% aos domingos e feriados. Portanto, a hora extra vale mais que a hora normal de trabalho. Estamos conversados? 

terça-feira, 29 de agosto de 2017

COOCERQUI - Receitas com carne de boi:


Goulash - prato para os dias de frio




O goulash é um prato tradicional no leste da Europa, onde faz muito frio. Para aquecer nosso inverno, que neste ano está mais intenso, é uma delícia. A páprica, um tempero à base de pimentão desidratado, dá o tom da receita, que é bem substanciosa. Pode ser feito na versão sopa, colocando-se caldo de carne.
O autêntico goulash (significando em húngaro, comida de vaqueiros) era preparado pelos pastores húngaros com carne de vaca cozida, cebolas, banha de porco, pimentão (variante da páprica), cominhos, sal e água, sem adição de farinha. É comum o uso de pimenta.
Em resumo, o goulash é feito de várias maneiras, mas o que interessa é que o prato é uma ótima opção para os dias frios, como o que estamos vivendo agora. Vai, então, aqui uma receitinha do prato.



Ingredientes: 500g de coxão duro cortado em cubos / 2 cebolas picadas / 2 dentes de alho picados / 1 cenoura em cubos / 1 pimentão vermelho cortado em cubos pequenos / 200 ml de vinho tinto seco / 1 talo de salsão picadinho / 400 ml de água quente / 1 lata de tomate pelado (batido no liquidificador) / 2 colheres de sopa de extrato de tomate / 1 colher de sobremesa de páprica picante / 1 colher de sobremesa de páprica doce e 2 batatas cortadas em cubos.

Preparo: tempere a carne com metade da páprica e com sal. Coloque um fio de azeite em uma panela de pressão e frite a carne até dourar. Retire a carne e reserve. Na mesma panela, ponha um pouco mais de azeite e refogue a cebola, o salsão e o alho picadinhos. Acrescente o pimentão e a cenoura. Leve novamente a carne a essa mistura. Coloque o vinho e deixe o álcool evaporar. Junte o molho e o extrato de tomate. Depois, o restante da páprica. Acrescente os legumes. Feche a panela de pressão, mantenha em fogo alto até apitar. Assim que apitar, abaixe o fogo e deixe por 30 minutos. Desligue e espere sair a pressão totalmente. Abra a panela, acrescente as batatas e use cerca de 1 colher (chá) de sal. Coloque também 1/2 xícara de água quente. Feche a panela outra vez e deixe por mais 10 minutos em fogo baixo. Desligue e espere sair a pressão novamente. Veja se a batata está cozida, senão deixe apurar mais um pouco com a panela aberta. Acerte o sal, se necessário. Sirva bem quente.
Ossobuco à Lombardia


O ossobuco é um prato tradicional italiano da região da Lombardia, em especial da cidade de Milão. O nome significa literalmente "osso com buraco”, porque no norte da Itália o músculo da perna traseira (no caso, a melhor) do boi ou da vitela é cortado em rodelas juntamente com o osso – cada rodela tem no centro uma porção de osso em forma de tubo, e nesse buraco encontra-se o tutano, que não deve ser retirado.Os “medalhões” são serrados em rodelas de cinco ou seis centímetros de espessura e, in natura, são assim:

 Ingredientes                      
1/4 xícara de azeite de oliva
4 rodelas de ossobuco com 6 cm de espessura cada (peso total: de 1,8 a 2 kg)
Farinha de trigo
1 cebola grande em cubos
2 talos de salsão em cubos
2 cenouras médias em cubos
1 dente de alho esmagado
1 lata de tomates pelados (400gr)
1/2 xícara de vinho branco seco
2 colheres de chá de sal
1/2 colher de chá de manjericão
1/4 colher de chá de pimenta do reino moída na hora
1 folha de louro
2 colheres de sopa de salsa picada
2 colheres de chá de casca de limão siciliano ralada

Amarre um barbante de algodão à volta de cada medalhão, para manter a forma. Passe um pouco de pimenta-do-reino e bem pouco sal. Passe cada unidade na farinha de trigo. Numa panela refogue no azeite, em fogo médio, o ossobuco, um de cada vez, até dourarem bem em todos os lados, removendo-os para um prato à medida que dourem. Na gordura restante, na panela refogue em fogo médio a cebola, o salsão, as cenouras e o alho até dourarem e ficarem macios.

Volte o ossobuco à panela. Adicione os tomates com seu suco, o vinho, o sal, o manjericão, a pimenta do reino e a folha de louro. Deixe ferver em fogo alto. Tampe, reduza o fogo, e cozinhe por 1 1/2 a 2 horas, ou até a carne ficar macia quando espetada, mexendo de vez em quando e acrescentando pequenas porções de água quando começar a secar o líquido do molho. Quando estiver pronto, retire a gordura do molho, junte a salsa e a casca de limão. Sirva bem quente com polenta cremosa ou purê de batatas ou legumes cozidos e levemente temperados.
Ah! Isso vai muito bem com uma polenta. Hummmmmmm!

Maminha com legumes


Ingredientes:
1 kg de maminha em um só pedaço
3 colheres de sopa de azeite
2 tabletes de Caldo de Carne
200 g de cebola em cubos
200 g de cenoura em cubos
300 g de batata em cubos
2 colheres de sopa de coentro picado
2 colheres de sopa de cebolinha verde picada

Modo de Preparo:
Perfure a carne com uma faca. Em uma panela de pressão, aqueça o azeite e frite muito bem a carne, dourando de todos os lados. Junte o Caldo de Carne e meio litro de água fervente. Tampe a panela e cozinhe por cerca de 30 minutos após iniciar a fervura. Retire do fogo, espere sair a pressão, destampe a panela e acrescente a cebola, a cenoura e a batata. Deixe cozinhar por mais 10 minutos, com a panela destampada. Adicione água fervente, se necessário. Polvilhe o coentro e a cebolinha e sirva a seguir em uma travessa.

Sanduíche de carne moída com linguiça





Ingredientes
. 6 pãezinhos franceses

. 1/3 xícara de chá de água
. 4 colheres de sopa de salsa picada
. 4 colheres de sopa de mostarda
. 1 ovo levemente batido
. 1/2 colher de chá de orégano
. Pimenta-do-reino a gosto
. 250 g de linguiça fresca sem pele
. 3 colheres de sopa de manteiga derretida
. 250 g de carne de boi moída
. 1 cebola média picada
. 1 dente de alho picado


Modo de preparo

Corte os pãezinhos ao meio no sentido do comprimento. Retire o miolo e deixe uma casca com cerca de 0,5 cm. Esmigalhe o miolo do pão. Coloque-o numa vasilha e junte a água, a salsa, a mostarda, o ovo, o orégano e a pimenta. Misture bem. Aqueça o forno em temperatura alta. Doure a linguiça em duas colheres de sopa de manteiga. Junte a carne, a cebola e o alho. Mexa bem até que a linguiça e a carne estejam cozidas. Escorra o excesso de óleo e acrescente à mistura de ovo. Divida entre as metades de pão e ponha numa assadeira sem untar. Derreta a manteiga restante e pincele sobre o recheio. Asse por 15 minutos ou até dourar.

Novo visual do açougue da loja

 matriz de Cerquilho





segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Gente que participa daqui, dali e de acolá:



















































Viaduto sob a estrada de ferro América Latina Logística - bem no centro da cidade.

Ah! CHEFES

Dá para perceber a incompetência de um chefe de longe. Eles não possuem o conhecimento necessário para o cargo que ocupa. Procuram prejudicar o trabalho da equipe e faz misérias para dificultar o crescimento de quem ameaça supera-lo. Com esse tipo de gente nem pensar em lhe dar dicas com pretensões de ensiná-lo. Vai ser encarado como agressão. Eles não costumam admitir as próprias limitações.
Os chefes centralizadores preferem morrer a dividir o trabalho. Não confiam em ninguém e na sua ausência tudo é trancafiado. Não perde a oportunidade de alardear que vive estressado por estar sempre sobrecarregado sem que ninguém lhe ajude. Na cabeça dele ninguém executará as funções tão bem quanto eles. Tome cuidado para não parecer que você está interessado em puxar o seu tapete. Seria um verdadeiro suicídio.
Os chefes incompetentes e centralizadores são espertos. Jamais falam mal de um subordinado aos seus superiores sabendo que um dia alguém vai querer fazer a sua casa cair. Quando o rebelde apresentar um dossiê contra a sua péssima atuação vai se surpreender ao lhe dizerem que você se implica com ele...
Lidar com pessoas dissimuladas é trabalhar na corda bamba. (Guarde provas de todos feitos dele para que esse chefe inexperiente não afete você). Faça uma reza braba para o santo da causa perdida pedindo uma transferência para outro setor.

Calma lá minha gente. Tire da sua cabeça essa gana de pegar o seu chefe pelo pescoço. Mais dia, menos dia ainda você vai vê-lo saindo pela porta de entrada, mas, porém, com o rabo entre as pernas. Glória Deus nas alturas! Amém.