domingo, 30 de julho de 2017

Gente que faz e acontece daqui, dali e de acolá:


















































Até a próxima postagem. Fui!

Ah! Propaganda enganosa para crianças

Propaganda envolvendo alimentação para a criançada, na grande maioria é enganosa. Quem não se lembra daquele “Danoninho vale por um bifinho”. Para as mães desavisadas um alívio, ao invés, de oferecer alimentação correta dava aquele potinho que a propaganda os colocava como magia para a nutrição infantil.  Fazia a alegria da filharada sem dar trabalho. Com essa propaganda não dá para saber quantas crianças foram desnutridas. Essa e outras propagandas que estão no ar são criminosas.

Outro dia uma mãe seguia com dois meninos quase em idade escolar oferecendo essas porcariadas embaladas e de baixo custo. Um veneno para crianças nesta idade. Bem melhor oferecer frutas – ta certo que custa caro – daí já é problema com o nosso governo. Se esta barbaridade não bastasse – a mãe na maior tranquilidade jogou as embalagens na primeira casa que encontrou – na frente dos meninos. Quando crescer que futuro que terão? Ser porcalhão.

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Gente que participa daqui, dali e de acolá:
































































Até de repente. Fui!

E o passarinho voou

E o passarinho voou… Fazemos qualquer coisa por um filho. Mas precisamos entender que foram feitos para o mundo. São nossos por um período. Depois precisam seguir o caminho que escolherem. A gente vai deixar de ser mãe ou pai por causa disso? Claro que não! Mas tem que se adaptar a essa nova realidade.

Quando o sofrimento pela saída de um filho de casa ganha espaço, entra a Síndrome do Ninho Vazio. “Ela atinge mais as mães, por serem mais acolhedoras e passarem mais tempo com os filhos. A sensação é de que ela não tem mais utilidade, perde o chão. Vai fazer o que? Com quem vai brigar? Precisa preparar o jantar para quem? Muitas ficam até deprimidas”, explica a psicopedagoga Ana Maria Ierizzi.

Seu passarinho querido voou. E você até sabia e torcia para isso acontecer. Agora precisa aprender a viver sem ele na barra da sua saia. Como? Voltando no tempo e lembrando de tudo o que gostava de fazer. “As mães esquecem delas por muito tempo. Vivem reclamando que não têm tempo de ir ao cinema, fazer cursos, dormir até mais tarde. Quando, finalmente, podem fazer isso, ficam paralisadas pelo sofrimento da perda”.

O mais importante não é ver o filho feliz? Então, deixe-o voar e sempre fique ali, pra qualquer necessidade. Só não esqueça de resgatar o que gostava de fazer e nunca conseguia. “Voluntariado é uma opção para usar toda essa necessidade de fazer o bem, de cuidar. Escolha uma área e ajude alguma entidade, por exemplo,” ressalta Ana Maria.

Outra dica é ter um pet como companhia. “Quem não tem, vai adorar um animalzinho para cuidar e se preocupar. É uma maneira de aliviar este sofrimento até que você se acostume com a nova fase”. Praticar exercícios e participar de grupos de interesse em comum também são ótimas opções para você não se sentir tão abandonada.

Não esqueça que o filho sempre será seu. Mas o caminho dele é único. E deve ser trilhado somente por ele.