sábado, 23 de setembro de 2017

Gente descolada daqui, dali e de acolá:






























































Avenida dr. Vinício Gagliardi. Tomadas do mecânico Maurício Alves

Até a próxima postagem. Fui! 

Ah! Casais apaixonados
Geralmente, casais apaixonados acham que papéis são desnecessários, para sacramentar o relacionamento. A confiança mútua é tudo o que importa. E o que fazer quando a paixão acaba e, com ela, lá se vai a confiança? Recentemente, chegou aos tribunais um caso no qual os cônjuges, quando ainda eram namorados, compraram um imóvel. O apartamento ficou em nome dele, porque ela - é claro - confiava totalmente em sua cara metade. Os dois casaram-se pelo regime da comunhão parcial de bens e, tempos depois, separaram-se. Ela acreditava que teria direito à metade do apartamento. Nessa hora, porém, o marido achou conveniente invocar a lei. "O imóvel foi adquirido antes do casamento e está somente em meu nome. Portanto, é meu". 

Revoltada, ela decidiu recorrer à justiça. Tinha alguma prova de que havia contribuído para a aquisição do imóvel? Algum recibo ou documento? É lógico que não. Quem é que pensa em guardar recibos quando está apaixonado? 

Pois é. Acabou ficando sem o marido - e sem o apartamento.
Ah! Não se case no quente da paixão para que o relacionamento não dure apenas algumas edições de Caras.